Love Story!

junho 6, 2009

Slide1Quer se apaixonar, ler um clássico dialético e conhecer um pouquinho de Goethe?  Leia Fausto! 

Os pensamentos de Johann Wolfgang Von Goethe, em seu livro Fausto, configuram-se como uma adequada analogia ao pensamento dialético. A obra discute a existência de mundos contraditórios entre si por meio da incansável e majestosa luta do protagonista, representado por Fausto, que vive uma suprema angústia entre o bem e o mal.

O conjunto de memórias faustinana ilustra de forma representativa a profusão de sentimentos conflituosos que o sufocam em sua angústia e ao mesmo tempo o libertam em busca de um prazer que nunca se satisfaz. A dramaticidade poética de Fausto representa a própria dialética da vida quando ele se envolve em situações essencialmente contraditórias na busca por esse prazer incognoscível. 

Um dos lados de Fausto, é visível e apresenta seu amor pela inocente Margarida. O outro lado, no entanto, jamais pretende expor a forma como ele foi conquistado. Sua insatisfação dialética pode ser retratada no momento em que esse amor, muito embora encontrado, não pode se realizar, tornando-o refém de seus próprios desejos. 

Nas palavras de Goethe: “Que vida! Angústias sempre; ora a almejar por gozo, ora inquieto na posse, e do almejar saudoso”. Uma autêntica história de amor! 

 

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4 Respostas to “Love Story!”

  1. paola said

    Nunca li Sabrina, um dia vou criar coragem! parece muito legal!
    Bjs

    • sabrit said

      Paola:

      É fantástico! Lindo! Eu sou suspeita para falar porque amo filosofia, mas o livro é considerado um clássico da filosofia dialética. E como é todo em poema, é super tranquilo de ler.
      Beijo, beijo, beijo!

  2. Mauro said

    Olá, Sabrina. Iniciei a leitura de Fausto, Uma tragédia, tradução de Jenny K. Segall. Estou encontrando alguma dificuldade para entender alguns versos. Você poderia me indicar um bom livro que comente “Fausto”, auxiliando-me na sua compreensão.
    Um abraço.
    Mauro

    • sabrit said

      Oi, Mauro:
      Não conheço nenhum Fausto comentado … mas, você chegou a ler o comentário inicial que explica alguns trechos escrito por Otto Maria Carpeaux? É muito bom! Se você der um google, vai ver que essa versão está disponível on line.
      Desculpe responder seu comentário apenas hoje, mas estava de férias.
      Um abraço,
      Sabrina

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