Home sweet Home

abril 6, 2009

Se de um lado essa coisa essencialmente minimalista não combina comigo … por outro lado, não sou perua! Como já dizia Aristóteles, o equilíbrio é o meio ( da para perceber porque amo Filosofia? Os grandes filósofos sempre tem uma explicação justa! para great subject) .

Em decoração, por exemplo, mesmo que admire o estilo Isay Weinfeld, sinto que seus projetos precisam de algo. Eles nunca me dizem quem mora ali, mas que a obra é do Isay. Quando leio a VOGUE Casa, sei de cara quando a obra é desse arquiteto. OK, concordo, é estilo e acho mesmo muito lindo. Mas esse estilo em sua íntegra, eu não compraria.  Eu teria que fazer uma readaptação: colocaria Sabrinisses na casa! E convenceria Isay dessa necessidade com ótimo argumentos, sou professora, sabe?

Gosto de casas mais “warm”. Casas com vida. A história do morador precisa estar representada na decoração do ambiente. Eu sinto que gosto de entrar na casa das pessoas e reconhecer …  Maria mora aqui! E Pedro aqui, sem dúvida!

A partir do momento em que nos impõem um estilo gélido e sem personalidade, perdermos nossa essência. E isso, é algo que necessariamente requer inspiração para que os arquitetos saibam explorar e traduzir no espaço a imagem dos seus clientes.

Na minha casa é assim: Você entra, grita e diz: Sabrina mora aqui! Tudo é a minha cara! A começar pela porta: pintada na cor AZUL-Tiffany. Quando Sex and the city passou, pintei imediatamente a porta.

O Carlos (faz-tudo na minha casa!) perguntou se eu estava “normal”  … falei para ele, cor na decoração é tudo! Vem A-G-O-R-A para cá! Vamos fazer os testes até encontrar o tom TIFFANY correto! Sim, a assessoria das meninas arquitetas foi fundamental.

Minha estante é cheia de livros da FGV, Dialética e de Gestão de Pessoas.  Bloco de notas da EBAPE- Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas, local em que fiz o Mestrado. Impressora, MACBOOK, estojinho PINK da Barbie na mesa de trabalho. Isso sou eu pela ótica do meu trabalho.

Meu quartinho tem estampa francesa toile de jouy em tons de verde e branco nas paredes, uma cômoda verde em frente a cama. Ah, tudo tr`es romantic … Just like me! Mesinha de cabeceira de espelho com puxadores em cristal, um casal de biscuit antigos em cada lado da cama. E, ainda, uma ilustração de uma libélula Cartier, que amo e foi presente da Ale.

Não coloco nada em casa sem antes perguntar: Ale, o que você acha? Esse é o papel do arquiteto, ajudar nas nossas escolhas e nos propor algo que represente nossa personalidade … com estilo e elegância. 

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