Dream!

abril 6, 2009

Cenas para se apaixonar! 

1. Hugh Grant e Julia Roberts no filme “Notting Hill”. Alguém pode me dizer o que foi aquela cena em que ela perde perdão pelo que fez e diz que é apenas uma mulher na frente de um homem pedindo que ele a ame e a perdoe ? 

 

She!

She!

 

Beautiful Couple!

Beautiful Couple!

2. Julia Roberts sendo pedida em casamento pelo Ed Harris no filme  Stepmom. Quando o ator explica-lhe que o casamento une duas pessoas e que deve ser cuidado a cada dia para que jamais esse laço possa ser desfeito é de se apaixonar. 

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De arrepiar!

De arrepiar!

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Home sweet Home

abril 6, 2009

Se de um lado essa coisa essencialmente minimalista não combina comigo … por outro lado, não sou perua! Como já dizia Aristóteles, o equilíbrio é o meio ( da para perceber porque amo Filosofia? Os grandes filósofos sempre tem uma explicação justa! para great subject) .

Em decoração, por exemplo, mesmo que admire o estilo Isay Weinfeld, sinto que seus projetos precisam de algo. Eles nunca me dizem quem mora ali, mas que a obra é do Isay. Quando leio a VOGUE Casa, sei de cara quando a obra é desse arquiteto. OK, concordo, é estilo e acho mesmo muito lindo. Mas esse estilo em sua íntegra, eu não compraria.  Eu teria que fazer uma readaptação: colocaria Sabrinisses na casa! E convenceria Isay dessa necessidade com ótimo argumentos, sou professora, sabe?

Gosto de casas mais “warm”. Casas com vida. A história do morador precisa estar representada na decoração do ambiente. Eu sinto que gosto de entrar na casa das pessoas e reconhecer …  Maria mora aqui! E Pedro aqui, sem dúvida!

A partir do momento em que nos impõem um estilo gélido e sem personalidade, perdermos nossa essência. E isso, é algo que necessariamente requer inspiração para que os arquitetos saibam explorar e traduzir no espaço a imagem dos seus clientes.

Na minha casa é assim: Você entra, grita e diz: Sabrina mora aqui! Tudo é a minha cara! A começar pela porta: pintada na cor AZUL-Tiffany. Quando Sex and the city passou, pintei imediatamente a porta.

O Carlos (faz-tudo na minha casa!) perguntou se eu estava “normal”  … falei para ele, cor na decoração é tudo! Vem A-G-O-R-A para cá! Vamos fazer os testes até encontrar o tom TIFFANY correto! Sim, a assessoria das meninas arquitetas foi fundamental.

Minha estante é cheia de livros da FGV, Dialética e de Gestão de Pessoas.  Bloco de notas da EBAPE- Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas, local em que fiz o Mestrado. Impressora, MACBOOK, estojinho PINK da Barbie na mesa de trabalho. Isso sou eu pela ótica do meu trabalho.

Meu quartinho tem estampa francesa toile de jouy em tons de verde e branco nas paredes, uma cômoda verde em frente a cama. Ah, tudo tr`es romantic … Just like me! Mesinha de cabeceira de espelho com puxadores em cristal, um casal de biscuit antigos em cada lado da cama. E, ainda, uma ilustração de uma libélula Cartier, que amo e foi presente da Ale.

Não coloco nada em casa sem antes perguntar: Ale, o que você acha? Esse é o papel do arquiteto, ajudar nas nossas escolhas e nos propor algo que represente nossa personalidade … com estilo e elegância. 

Cara? Eu?

abril 6, 2009

 

Uma de cada!!!

Uma de cada!!!

Ah, não. Jamais alguém vai poder dizer isso. Não sou cara!

 

Mentira, sou sim … muito cara, excessivamente cara. Em todos os sentidos …

“Cara” no sentido monetário da coisa. Adoro handbags, shoes, makes, Raya de Goye e afins … meu gosto é apurado, sabe? Não tenho culpa, leio VOGUE desde que me entendo por gente … mas trabalho, portanto, não sou cara o que me leva a crer que: Sim, sou econômica! 

Além disso, sou “Cara” em outro sentido … sou uma super amiga! Companheiraça meesssmmmooo! Tem algo mais valoroso que isso. 

Um dos meus namorados disse para mim: Como você tem coragem de pagar por essa bolsa?

Minha singela e meiga resposta: Sweetiie, você ainda não sabe quanto ela R-E-A-L-M-E-N-T-E custou, não diga isso para os seus amigos… vai ficar feio para você. O valor que eu lhe disse é 50% menos do valor REAL!

Além do mais … você conhece Durkheim, Focault, Gurvitch, Hegel … já ouviu falar nessas pessoas? Mas talvez saiba quem é Almir de Andrade, Eduardo Vítor Visconti? Não ? Poxa, que pena. Talvez você não entendesse o significado da coisa. Sem falar que foram dois anos de muita leitura até ser Mestre e contribuir para a melhoria da educação no país ministrando aula em vários interiores do estado. Você já foi até  Ourilândia do Norte? Meu trabalho tem um valor S-O-C-I-A-L. 

Ah, hah! Ele nunca mais mencionou o assunto e me acha o máximo !! Diquinha para você !

Minha musa!

abril 6, 2009

Para se divertir muito com comentários nada singelos e tradicionais sobre os famosos, a sugestão é Katylene!  … se alguém conseguir ler esse blog e não rir da linha “besteirol-inteligente-criativo” from Katylene Bismark  … por favor, procure um médico! Ele é o B-l-o-g mais bobo e mais legal da atualidade. 

Como ela mesma se descreve:

“Cresci nas ruas de Xerém, subúrbio do Rio, e em meio a giletadas, apedrejamentos e muita mágoa eu descobri minha verdadeira paixão: ESCREVER. 
Minha formação acadêmica inclui supletivos variados e uma rápida passagem pelo Telecurso 2000. No final do ano me formo nos cursos de depilação íntima, engenharia capilar e manicure avançada do SENAC e pretendo levar adiante minha carreira de consultora estética mundo afora.
Atualmente resido no aconchegante bairro de M’BOI MIRIM e aguardo ansiosamente a expansão do metrô de São Paulo”. katylene

Nizan e Donata !

abril 6, 2009

 

Cutie couple!

Cutie couple!

Olha que fofos! Ela – Uma profissional extremamente talentosa, trabalha naquilo que ama … e por que não fazer isso? Chique, elegante, fala três linguas … work at DAS! Imagina, acordar e ir trabalhar na DAS! 

 

Ele – O mais mais da propaganda publicitária no Brasil, empreendedor nato! Nunca está satisfeito … sempre procura superar limites. 

Andaram um tempo separados … mas estão juntos de novo! Fico feliz … admiro homens assim … e desejo muitas alegrias para o neo-casal. Apenas uma ressalva, eles deveriam continuar morando na mesma casa.

Work !

abril 6, 2009

Trabalho sim e tenho orgulho disso!

Em uma época que decreta a frase chique é ser inteligente, as mulheres aproveitam para desenvolver suas atividades profissionais com muito mais dedicação.  Vários são os imperativos que justificam o interesse feminino e aumento da sua participação no mercado de trabalho.

Cabe a mulher da era contemporânea desenvolver atividades que lhe traga satisfação pessoal, reconhecimento no meio em que atua e ainda a capacidade de poder fazer suas comprinhas sem aquela pergunta que maltrata: Querida, o que foi essa continha aqui, tem um valor estranho na fatura do cartão “Raia de Goye”?

Não precisamos estar submissas em relações que nos maltratam. Hoje, estamos aptas a nos sustentar por meio de um trabalho bem feito desde que estejamos dispostas a assumir as rédeas das nossas vidas.

Enfim, passamos de submissas “jurássicas” para profissionais que justificam sua participação no orçamento familiar. Isso se estivermos dispostas a contribuir … no meu caso, acredito no homem como provedor do lar.  Por outro lado, fico completamente satisfeita e muito realizada quando sei que posso e dou “conta do recado”. Mesmo que eu não precise, gosto de poder dizer: Sim , eu posso! Isso traz autonomia, auto-confiança e respeito da “ala masculina”. Admiração das pessoas.

Jamais poderei esquecer de um marido de uma amiga que disse para mim em uma conversa: Nossa, queria muito que a minha mulher trabalhasse. Ela nunca tem assunto comigo. Fala de aniversário de criança, fofoca das amigas e sabe … queria que ela me ajudasse, desse sugestões, fosse capaz de emitir uma opinião … o que eu nunca consigo. Minha conversa com ela se resume a educação dos nosso filhos. Nisso, ela é maravilhosa. Mas … não sinto orgulho dela em mais nada …

Esse nisso me marcou profundamente. Quero um homem que me admire por completo, não NISSO.  Acho que independente de um trabalho que gere renda, existem diversas atividades que contribuem para nosso bem-estar e satisfação pessoal, por que não estudar? Fazer cursos? Dominar uma língua, contribuir com alguma organização sem fins lucrativos, mas como uma atividade fixa nesses locais.

Se caso você não possa trabalhar porque seu marido não deixa ou não quer, será que manter-se a sua sombra por toda uma vida traz alguma satisfação? Minha dermato é uma das mulheres que mais admiro: ela tem um consultório, ministra aulas na universidade, viaja com o marido pelo mundo participando de congressos em sua área, tem dois filhos que são uma gracinha, sempre os acompanha nos locais. E, ainda, é magra! Dá para acreditar! Me orgulho de pessoas assim, manter uma postura reducionista em relação a vida é deixar de se permitir momentos de felicidade. E ser reconhecida por isso!