Eu sou a dialética!

março 31, 2009

A influência da dialética nos estudos e nos movimentos sociais encontra-se presente há vários séculos. Nos escritos bíblicos que envolvem o antigo testamento, datados da era pré-cristã, a doutrina dialética foi imortalizada pela Estrela de Davi, uma das mais expressivas simbologias da religião judaica. Esse desenho é constituído de duas estrelas que se sobrepõem em formatos diametralmente opostos caracterizando, assim, tese e antítese.

Seguindo ainda os movimentos de natureza religiosa, a era cristã também apresenta doutrinas que sinalizam a filosofia dialética. A existência de um Deus Uno e Trino que sustenta a trilogia: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo são conceitos que nos remetem inegavelmente aos fenômenos dialéticos.

Na música, a dialética faz-se percebida quando analisamos a composição sonora de uma orquestra. A diversidade de instrumentos que produzem cada um, sonetos diferentes, perfazem a musicalização final apresentada ao grande público.

Assim, é necessário entender que muito embora negada durante anos em nossa história, o movimento dialético é imanente a diversos movimentos sociais característicos de nossa existência. Vários foram os filósofos que escreveram obras, essencialmente, dialéticas. Entretanto, uma vez que trata-se de um movimento de natureza transitória, cada autor tem em suas publicações características próprias e vertentes diferentes para discutir essa filosofia. Quando os estudiosos referem-se ao conjunto da obra dialética, dois autores são comumente lembrados: Georg Wilhelm Friedrich Hegel e Karl Marx.

Um dos maiores representantes do idealismo alemão, Hegel, em suas obras, considera uma vertente teológica e espiritual da dialética. O autor admite a coexistência de “eus” que lutam contra si na busca por um ideal único, sempre considerando que: na análise de uma verdade, deve-se considerar o todo. Por outro lado, em Marx, assistimos uma vertente mais realista em que dimensiona-se uma aproximação entre a história e a política e os movimentos que as circundam. Essa relação mútua de contradição, em contextos que envolvem a burguesia e o proletariado, revela o lado político da dialética marxista ao propor o homem como “salvador da humanidade”. Tal vertente utópica, presente no marxismo, originou um sistema adotado por vários países que pertenciam ao regime comunista.

Um outro filosófico que muito contribuiu para o crescimento da dialética, mesmo que a tenha negado e se posicionado contra o método, foi Immanuel Kant, considerado, ainda, um dos filósofos mais influentes dos tempos modernos. A posição de Kant traduz algo novo e essencial quando o autor considera contraposições, igualmente probatórias, sobre a existência do universo. O filósofo prova de maneiras distintas a existência e não-existência de um Deus absoluto e universal.

É justamente essa relação de diversidade, antagonismo e contradições, inerentes à dialética, que favorecem o delineamento de tese e antítese e, por essa razão, ela foi escolhida como metodologia para minha pesquisa de mestrado.

Eu procurei oferecer o máximo de realidade possível  à compreensão de um fenômeno. É lógico que toda a opinião construída deve estar sustentada por comprovações para justificar o avanço e o desafio no campo da ciência.  Apesar do ceticismo existente entre muitos pesquisadores, uma vez que o método não apresenta respostas objetivas ao problema estudado, o surgimento da dúvida e a possibilidade de crítica ao conhecimento, já me encheu de plenitude e, certamente,  possibilitou a evolução do conhecimento por meio da construção sintética.  

O próprio sistema de contradições em pessoa!

O próprio sistema de contradições em pessoa!

Wish-list!

março 31, 2009

Estou aqui, tranquila, em casa, até que resolvo entrar no site da DAS. Ah, por favor: o que são esses cintos?

 

Top/down: o meu é o terceiro!

Top/down: o meu é o terceiro!

 

 

Liguei, i-m-e-d-i-a-t-a-m-e-n-t-e ,para Alexia: eu preciso disso!

Meu terapeuta disse que ansiedade não faz bem para o cérebro, inibe a capacidade criativa. Tenho que comprar, vai fazer mal para mim, inclusive, pofissionalmente, sou professora, ué? Já imaginou uma professora com capacidade criativa limitada, nem pensar!

Nossosssssssa, quase morro de rir. O filme é daqueles classificados na categoria: Impossível perder!

Lele Saddi e Paula Merlo já haviam indicado. Mas, sem dúvida, programa ótimo para curtir between friends com muita pipoca.

Eu amei! O mais legal são as situações vivenciadas pelo grupo de protagonistas que, certamente, fazem parte da suas lista de experiências ou de alguma amiga mais próxima e é exatamente por essa razão que ele deve ser visto entre amigas.

Sem contar no atores. Alguém pode explicar o que é o Bradley Cooper, marido da Jennifer Connelly ? Sinceramente, ainda estou sem entender. O cara é mega-gato. E o mais cafajeste de todos muito embora não considere essas variáveis diretamente proporcionais porque já tive um namorado que atuava no binômio: cafajeste/feio!  Porém, muito amado! Pena que não posso citá-lo, pareceria egoísta e vingativo, prefiro continuar em uma esfera infinitamente superior.  Besides, como bem disse Elaine: ele que perdeu, ahahhah! Amigas são ótimas para essas horas. No filme, aliás, você vai perceber esse super-apoio-moral-anti-medicamentos (leia-se drogas pesadas) que elas sempre dão no momento certo!

Enfim, no decorrer da história você vai acabar entendendo porque os comportamentos masculinos perceptíveis apenas para um observador menos atento e as entrelinhas são mais importantes que o discurso. 

(PAUSA para reflexão: mulher apaixonada consegue ler entrelinhas? Eu acho que não. Eu, d-e-f-i-n-i-v-a-m-e-n-t-e, não consigo) A Milena não pode ler isso, por favor! Prometi  que sou uma garota definitivamente pé-no-chão!

Red people!

março 30, 2009

Flávia Lafer postou uma foto da Frida Kahlo em seu blog, na hora … olhei para o batom!

Ela que era esperta. Naquela época já estava na tendência usando o Ruby woo from, MAC, lógico ! Sou viciada em make mesmo, admito !

Mas, justifico … como ensina a Vic: “Porque quase nada é tão legal quanto maquiagem”.

Rubby Woo!

Ruby Woo!

Chanel !

março 30, 2009

A Ale Garattoni colocou uma retrospectiva maravilhosa sobre Coco Chanel em seu blog. Para minha surpresa e espanto geral, descubro que ela é totally dialética, just like me!  O livro que encontra-se em minha sala foi “gift” de duas amigas fashionistas: Alexia e Milena. 

É exatamente por isso que eu amo a dialética, poucos vão entender o espírito e o conceito, mas aqueles que entendem, adoram ! 

Dialética ... just like me !

Dialética ... just like me !

 

 

Amei o post! Vai lá, right now!!

Name!

março 30, 2009

Mostra o nome, Tati! Você estava linda e o mais importante: feliz! 

 

Maridão encomendado!

Maridão encomendado!

Meu reino por um cashmere

março 30, 2009

 

Amei! Indico URGENTE!

Amei! Indico URGENTE!

Livros, uma delícia de viagem!!!

 

Semana inteira de trabalho, muita leitura, estudo, pesquisas e alguns “truques” para tornar a aula diferente. Uma verdadeira aula cheia de “graça”. E cá estou eu, próxima do fim de semana.

Quando sexta feira se aproxima um brilho de luz “extra” começa a emergir nos olhos das pessoas. É o efeito findi, como dizem os internautas. Ficamos mais poderosas, glamorousas, enfim, mais bonitas mesmo. Parece que vamos entrar em contato com outro mundo.

Com o horário do almoço de sexta, b-á-s-i-c-o, chegando, saio da academia direto para casa. Marcamos uma em ponto. E não quero me atrasar, portanto, escolho uma micro-saia Jeans, uma blusa branca, um cinto de couro para deixar a cintura bem marcada e para fechar o look fashionista, minha bolsa Gucci. Ela mesmo. Isto. Estou pronta!!!

Posso descer, sem problema.

O almoço transcorre tranqüilo e como nas outras ocasiões: alegre e feliz. É bom poder compartilhar com as amigas os problemas e surpresas da semana de gente comum. Gente que trabalha, estuda, cuida das crianças, vai ao cinema, supermercado e divide a vida com alguém.

Quando esta tarde de terapia “grupal” termina tenho mania de terminar a sexta em uma livraria. Aí, sim, começa minha verdadeira viagem. Para quem ama ler, uma boa livraria funciona como um verdadeiro aeroporto internacional com vários destinos. Chego, entro e fico sem saber por onde começar diante de tantos autores, temas e títulos. Nesta semana, tenho algumas opções, acabei de ler “Além do bem e do mal” de Nieztche. Fascinante! Preciso de muito mais de um parágrafo para escrever sobre Nieztche. Quem sabe semana que vem. O problema, é que envolvida nesta “onda filosófica”, acabo tentada a buscar um segundo livro do autor. Passo por eles, tenho um impulso momentâneo e quero parar, mas nãoooooo, decido.

Este final de semana quero viajar para outro lugar. Ou melhor, para vários outros lugares. Depois de olhar para diversos exemplares, paro em Ana Cristina Reis, editora do caderno Ela do jornal “O Globo”.  Uma mulher cosmopolita, sim, é isto. A contracapa me fez escolher este entre tantas opções. Uma jornalista, solteira, gourmet e que adora viajar, retrata suas experiências ao redor do mundo. Pronto, está escolhido, fico com Ana Cristina Reis e suas inúmeras viagens.

Meu final de semana ao redor do mundo está garantido. Não preciso de mais nada. Estou completamente feliz.

 

Ana Cristina Reis

Ana Cristina Reis

 

Momento Lagerfeld

março 30, 2009

 

Super combina comigo essa foto!

Super combina comigo essa foto! FOTO: Flávia Lafer

Meu terpeuta tem cabelo branco, é excêntrico e eu fico exatamente assim em dias “totally-punk” quando chego na terapia … e sim, minha bolsa Chanel já ficou no chão muitas vezes !! 

 

Muitas pessoas jamais imaginaram que iríamos chegar no século XXI dessa forma. São tantas as situações que quando me perguntam se faço terapia, respondo: É lógico! E dá para viver sem? Como você consegue?

Ouvimos tantas coisas em nosso cotidiano que simplesmente tentar entender a realidade masculina é humanamente impossível. Eu preciso do outro para em alguns momentos explicá-la para mim. E não porque sou diferente ou careta, ao contrário, estou bem longe disso, mas é que tenho mesmo dificuldade em entender determinados comportamentos dos homens.

O inexplicável vem se tornado explicável: os homens são assim, é normal, é da natureza.  

Assim como? Pergunto-me.  Temos encontrado justificativa para comportamentos inadequados usando a palavra normalidade? Acho que o mais correto seria usar Anormalidade !

Minha amiga, outro dia, contou a traição do marido … a outra respondeu: Os caras são assim, eles traem mesmo. Normal ! Deixa para lá.

É normal trair?

Uma outra ligou e contou que o marido lhe propôs pagar 50% da mensalidade do colégio. Ahhh? Como assim? Ora, desde os primórdios foi estabelecido que o homem é o provedor do lar, principalmente quando se fala em questões relacionadas aos filhos.  Ao lado, quando tentava justificar minha tese “anti-feminista”, uma outra amiga virou-se e disse: Ué, agora é normal a mulher pagar a escola dos filhos. Ele está propondo pagar o resto, poxa, legal esse cara!

Legal? Como?

A empregada de uma amiga virou-se para o seu marido e pediu $5,00 para comprar pão, ele soltou a seguinte pérola: Não tenho, você não sabe que não tenho. É a “fulana” que paga as contas.

Nós pagamos as contas? Ah, é?  

O marido está sem transar com a esposa 6 meses porque ela não quer (informação importante dentro do contexto), está sempre cheia de coisas para fazer e ela pergunta-me: será que ele está transando com outra?

Me peguei respondendo sem pensar: L-ó-g-i-c-o!  Você acha que ele vai ficar 6 meses esperando você ter vontade de transar.

Olha a anormalidade aí de novo! Não seria mais normal tentar resolver o problema entre os dois.

Sem contar os homens que têm caso com as suas próprias funcionárias. Os chamados “Don Juan’s Office”. Que horror! Seduzir a funcionária, nada contra a classe, mas, já dizia o velho ditado: Onde se come o pão, não se come a carne! Tem cara que faz coleção de funcionária.

Saí com um potencial namorado outro dia que disse para mim, na lata, o seguinte: Não gosto de namorar!  Não namoro.

De high-potencial ele virou low-bat. Como assim? Não namora? E faz o que, então?

Agora pronto, como dizia a sábia Danuza: as pessoas estão com medo de namorar. Namoro não é casamento, eu hein!

E não vou entrar no mérito daqueles que propõem ménage-a-trois porque isso é completamente “out of question”.

Meu terapeuta é claro comigo. Ele não esconde nada! Me contou que tem diversos pacientes que possuem duas, três, quatro namoradas e dizem que não conseguem fazer diferente. Sentem remorso e tal … mas … sabe, Dr, é da natureza do homem.

Natureza para mim é outra coisa. Prefiro pertencer a era da anormalidade. Quer saber? Continuo achando tudo isso muito anormal!

Ainda sou normal e quero continuar no tempo em que os homens respeitam suas esposas, sentem orgulho de pagar o colégio dos filhos, fazem o supermercado e pagam a conta de luz.

Ah, por favor: não deixem a “onda Suzzie Vieira” tomar conta do nosso universo!  

Pinkish !!

março 29, 2009

 

Olha o batom !

Olha o batom !

Momento Pink total ! Adoro rosa … rosa não, preciso esclarecer, a minha cor favorita é pink ! Meu estojo, bem como todos os meus acessórios – facilmente reconhecidos entre meus alunos são todos pinks. Estou completamente desesperada para comprar uma CAPA PINK para meu MAC – Amo muito tudo isso ! Se você não tem namorado ou marido, compre um MAC, muitos problemas serão automaticamente solucionados. 

 

Agora para completar o momento pinkish: estou desde outubro com sandálias havaianas, um batom ( mentira são dois, na verdade três … porque tem uma DIFERENÇA absurda de um para outro. Se você é homem, esqueça, jamais vai entender isso)   e esmaltessss “same color”! MAC, “bien sur” ! MAC, aí aí aí, amo MESMO muito tudo isso! E em todas as variáveis … 

Estou nessa fase desse outubro …  fiquei contaminada pelo mundo  VOGUE e pelo verão carioca. Pega, não tem jeito ! Funciona assim: você vê uma pessoa usando e daqui a pouco está T-O-D-O mundo usando. E claro que o item entra na lista “most wanted”.

Daniel e Carlos Eduardo odeiam e “apenas” finjo que não escuto. Não vou estragar um momento VOGUE com detalhes tão pequenos de nós três. 

Quem sabe em abril entro no momento NUDE com o PRO LONG WEAR UNCHANGING!

Kids will be happy !

Curto? Eu?

março 29, 2009

A vida é curta mas meu vestido conseguiu ser ainda mais curto … fui ao salão cortar o cabelo e o Cassius falou: 

-Sabrina, vamos prender? 

– Não dá, Casssius, o vestido é curtésimoooo ! Preciso deixar solto liso, apenas com uma fivelinha ao lado para parecer mais angelical, né? 

 

Meninas em look wedding!

Meninas em look wedding!